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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

After long

Estou de volta (acho)!

Antes de mais nada, explico o motivo principal da longa ausência: baixo astral. O último trimestre de 2014 foi de uma chatice, de uma babaquice tão aguda e disseminada que eu simplesmente não quis comentar nada, pra não ser mais um babaca na multidão. Me refiro, claro, à corrida eleitoral que até hoje nos inferniza facebook afora.

Esse é um dos males da era da informação: "geral" achando que é politizado, informado, culto e formador de opinião. Meu pau de selfie.

Mas voltei a escrever porque já tô bem avançado no meu processo pessoal de desintoxicação espiritual pós-eleições, apesar de sempre aparecer ainda um outro pentelho "preocupado com o futuro do país", pedindo o impedimento da presidenta e essas coisas de criança mimada quando perde.

Voltei por isso, e porque nesse exato momento minha namorada tá aqui do meu lado procurando "Menina bonita do laço de fita" pra dar pra uma criança, o que restaura um pouco minha fé na humanidade.

Bom, era só pra reportar isso mesmo, pessoas. Nos vemos em breve. Abraço!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Vida!

Esse ano está sendo movimentado. Depois de todos os momentos punks que tive entre outubro e dezembro passados, tava esperando um ano bem normalzinho, tranquilinho, na maciota. O que estou tendo, no entanto, tá sendo bem diferente disso.

A começar pela mudança de endereço. Eu não saí nem do mesmo bairro em que morava, mas mudança é sempre mudança: muda (ba-dum-tsss!) muito da rotina. São novos espaços, pessoas, paisagens, problemas, toda sorte de de coisas pequenas que acabam te estimulando.

Vontade de viver é o que define. E sensação de estar vivendo, nada daquela impressão de que a vida estagnou, aquela coisa amarrada que me deixou de mau humor bastantes vezes nos dois anos anteriores.

Teve mudança no trabalho também, tenho participado de atividades para as quais eu não fui formado e que estão me levando a aprender, a testar, ver qual é... Participo/Oriento o Clube de Xadrez (fica a dica: xadrez uma vez por semana já te faz uma pessoa melhor, mais leve e menos preocupada) e o de Cartografia na escola, e apesar de ser trabalhoso, ambos têm feito um bem danado: mudam a rotina de sala de aula, são interessantes e o mais importante: todo mundo que vai de fato quer estar ali, o que é bem difícil de acontecer numa aula convencional.

Mas isso não quer dizer que as aulas convencionais estão ruins. Esse ano eu fui abençoado com turmas em que é fácil e divertido trabalhar, apesar de um ou outro revés inevitável. Eu tenho tido nesses últimos dias aquelas aulas em que saio feliz por ter feito as crianças enxergarem algo que é simples mas que parecia nebuloso pra eles até eu explicar. É uma sensação deliciosa, ver os que menos participam geralmente fazendo perguntas, testando hipóteses, tentando esclarecer as dúvidas (se um aluno faz uma pergunta coerente, significa que ele prestou atenção a ponto de conseguir organizar aquela pergunta na cabeça e fazê-la). Eu não tinha esse tipo de aula desde os primeiros anos de profissão, quando eu tudo era ainda novidade e eu era um poço de empolgação com a idéia de lecionar e com a beleza da minha Matemática. Tive isso hoje! Quão fantástico é!?

A maré é tão boa, que eu ando tendo sorte no amor e no jogo ao mesmo tempo, pensem só vocês! Do c**** isso, não? Minha namorada, conheci esse ano, então ela é uma daquelas belas "pessoas novas" que citei, deu um novo respiro de beleza em tudo. Uma garota discreta, linda, que não enche o raio do saco (quão poucos de nós, homens, somos abençoados com uma mulher que não enche o saco, fala aí?), com quem eu me sinto à vontade pra ser apenas eu. Uma pessoa com quem você pode conversar sem ficar medindo as palavras, sem ter medo de ser repreendido e sem pudores bobos, que capam a chance de criar verdadeiros laços de confiança é um tesouro. E ela ainda cozinha bem! Só não a pedi em casamento ainda porque ela não sabe jogar videogame (se vira aí, amor :P), mas ninguém é perfeito, correto? Haha. E quanto à sorte no jogo: almighty Fluzão tá jogando por música, fácil, bonitamente há mais de um mês, e a perspectiva é de continuar assim, então mesmo que não ganhe nada de título (mas vai ganhar) o ano de 2014 já terá valido a pena, que futebol é mesmo arte, ganhar faz parte.

Por último, mas nem um pouco menos importante: jogo bola duas, até três vezes por semana, com uma galera tranquila e cada vez mais entrosada; e 2014 tem sido um ano bem legal pra jogos eletrônicos também, so it's heaven on Earth!

Perdoem-me pelo enorme relatório de coisas que ninguém perguntou, eu sei que você, leitor, não merecia isso, mas também você não era obrigado a ler, leu porque quis u.u larirá...

Por fim, um agradecimento: valeu aí, Deus! Tá mandando bem demais!


terça-feira, 29 de abril de 2014

Um grande amor do passado.

No começo da semana - vulgo "ontem" - foi anunciada oficialmente a compra da Nokia pela Microsoft. O que significa, entre outras coisas, que a marca Nokia em breve deixará de existir, dando lugar até mesmo nos celulares à da companhia estadunidense, como aconteceu no caso da pequena Ericsson, que foi comprada pela Sony nos áureos tempos pré-Android-vs-iOs-vs-WindowsPhonePelasBeiradas. Não sei se você já percebeu, mas não existem celulares Sony Ericsson há alguns anos no mercado.

Isso é uma coisa que é tão triste, mas tão triste, que eu sequer consegui encontrar em meu vasto vocabulário (só que não)  um advérbio de intensidade que fizesse jus. Sério mesmo. A Nokia sempre foi uma companhia simpática, que tinha sua sede na Finlândia, que me parece um país simpático (tenho mais empatia com a Finlândia que com os Estados Unidos, pelo menos) e além de todos esses relevantes, imparciais e cientificamente comprovados fatos há ainda o detalhe: os celulares Nokia sempre foram muito bons.

Tão bons, que o maior amor da minha vida em termos "celularísticos" é meu finado N78.

N78: S2, coraçãozinho, corassaum
O bichinho era, como diz minha namorada, muito-muito-muito-...-muito bom! Foi o único celular que tive com câmera com auto-foco que funcionava de verdade. Sério, funcionava! A bateria durava três dias! TRÊS DIAS inteiros! Desafio qualquer Galaxy SX, com X tendendo ao infinito, a ter uma bateria que dure três dias com eu jogando nele o tanto que eu jogava nesse N78. E eu jogava muito! Não tem tela de toque que seja mais confortável pra jogar do que esse direcionalzinho com "cima", "baixo", "direita", "esquerda" e "Ok" e as teclinhas laterais de navegação ou que o teclado numérico. Foram horas e horas com Real Soccer, Heroes Lore e outros joguinhos Java que acabavam com o tédio de qualquer sala de espera. Dias épicos.

Ah, e tinha WiFi! Essa bagaça tinha um processador de trezentos e poucos megahertz e dava conta dum sistema com uma câmera excelente, jogos, WiFi (vá lá que o navegador não era grandes coisas, admito) e todos esses cosméticos que se espera de um celular.

Infelizmente, a Nokia não soube se adaptar aos novos tempos e teve que se render. Mas tem um lugar especial no meu coração, foram muitas emoções, muitos anos de convivência. Espero comprar algum Lumia ainda esse ano. Claro que não vai ser por alguma homenagem ou esse tipo de bobeira, vai ser porque Android é um pé-no-saco e iOs é pra otário que dá 2000 reais num telefone rico. Enquanto isso, vou me virando com meu pequeno Asha que nunca me decepcionou. :)

Ps: Se você veio aqui atraído pelo título e esperando completamente outra coisa do post, pelo menos comenta aí embaixo pra que sua passagem não tenha sido em vão. ;)
Pps: Se você é algum tipo de ultra-nerd-alienígena que inventou um sistema operacional móvel que rode decentemente num aparelho com 300 Mhz de clock e 96 MB de RAM, como o Symbian funcionava, porém mais atual, me avise. De repente eu compro um N78 em algum lugar, se é que existe ainda.
Ppps: Se for mesmo o caso de você ser um ultra-nerd-alienígena, fique longe da Área 51. Só pra avisar mesmo.
Pppp.....s: Não tem Área 51 na Finlândia, que eu saiba. Fica a dica.

domingo, 13 de abril de 2014

Porta nova

Hoje em dia eu tenho um sorriso do qual me lembrar, logo cedinho, com a manhã; tenho cabelos os quais bagunçar, mesmo sob protestos.

Hoje em dia eu posso fazer as piadas de sempre e sei que você vai entender, que nem vou precisar me preocupar em explicar e arriscar tirar toda a glória do momento. Vai entender, e pior: você vai realmente achar graça!

Hoje em dia eu posso perder vergonhosamente pra você naqueles joguinhos de colar bolinhas da mesma cor, posso me divertir com sua impressionante dificuldade nos "meus" jogos e podemos morrer juntos no Bomberman, onde minha falta total de talento compensa sua pouca experiência e nos coloca praticamente no mesmo nível.

Posso assistir diversos animes e ter que te explicar de novo o que aconteceu há trinta episódios, porque você tava muito ocupada olhando suas unhas quando explicaram da primeira vez; posso tomar bronca pra ser mais cuidadoso com a casa e minhas coisas; podemos até mesmo não assistir ótimos filmes e documentários juntinhos, porque um dos dois cochilou nas melhores partes ou simplesmente ambos caímos em sono profundo o tempo todo, mesmo.

Podemos planejar noites longas e românticas, e também simplesmente apagar de cansaço muito antes de a noite merecer qualquer adjetivo sequer parecido com "longa", porque temos vidas ocupadas e cansativas.

Hoje posso muito mais coisas legais do que já podia quando estava sozinho e, de bônus, me sinto mais tranquilo.

Então, minha morena, muito obrigado por tornar meu mundo ainda maior, as possibilidades ainda mais numerosas, por fazer tudo parecer mais fácil.

Amo você. :)

quarta-feira, 26 de março de 2014

Lições do Caranguejo

O Caranguejo me ensinou:

Um dia de cada vez
Por mais que a máxima do AA seja manjada e sua idéia seja simples, posso dizer que só entendi de verdade seu significado agora, com todos os inconvenientes do tratamento penoso. Quando a dificuldade é muito grande, o mais certo é passar a encarar um dia como uma porção de tempo auto-contida, isolada. O sofrimento de hoje é só de hoje, por mais que a perspectiva pra amanhã não seja boa. Amanhã você pensa nisso. Tudo fica mais suportável sabendo que vai haver um recomeço e sua sorte será lançada novamente no dia seguinte, e pode calhar de ela ser boa.

Palavras são só palavras
Então, toda essa história de gente que te diz "eu te amo" e "você é importante pra mim", você precisa saber até que ponto levar a sério, precisa fazer certo pouco caso disso, levar na esportiva, porque na hora que as circunstâncias ficam realmente complicadas, alguns desses, o máximo que conseguem fazer é continuar repetindo "eu te amo" e "você é importante pra mim", sem mover uma fibra pra te dar força de verdade. Esvaziando de significado declarações que deviam fazer muita diferença, que deviam mudar as coisas, fazer tudo acontecer. Portanto, a atitude é não esperar muito das pessoas, não importa quais promessas te fizeram, a não ser que elas façam mais (e com mais urgência) do que dizem. Não dá pra cuidar de alguém só com poesia.

Você tem sua família...
...e quase ninguém mais. Isso é uma verdade e não precisa ser encarada como algo triste. Desde o começo, é sua família que fica por perto em qualquer cenário e, no mais, as outras pessoas têm suas próprias vidas e seus próprios problemas. Então, você tem os seus, aqueles que são os seus desde sempre (principalmente seus pais!) e que precisam ser valorizados, pra quem você deve tudo e em quem você deve ficar de olho. Essa é sua base, esse é seu chão. Daí, se tiver a sorte de poder incluir mais algumas pessoas nesse grupo (e isso demanda muito tempo, muita vida), é lucro e é sempre bom.

Nota: Por mais que pareça, não foi minha intenção, com o parágrafo anterior, candidatar esse texto ao recorde mundial de densidade de pronomes possessivos. Até revisei, mas, vai ficar assim mesmo. Queiram me perdoar. 

Pessoas são fortes
Ver crianças e velhinhos lutando bravamente, em histórias bem mais complicadas que a minha, e ainda sendo cordiais comigo, sorrindo, vivendo... Pessoas são criaturas extraordinariamente fortes.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Um ano estranho.



Music by ~AlexMassacre on deviantART

Tenho um milhão de histórias difíceis pra contar sobre esse 2013. No entanto, como quase sempre são as coisas mais simples que mostram a real intensidade de tudo que aconteceu, vou dizer apenas o seguinte: esse ano foi, de longe, o que eu menos gastei tempo ouvindo música desde... Sempre! Apesar de ter sido, acho, o que eu mais compartilhei música aqui, talvez justamente por isso.

Aliás, 2012 eu já tinha diminuído bastante, mas ainda ganha desse. O tanto de música que a gente ouve, acho que é um bom termômetro do quanto a gente tá bem.

O estado em que as coisas andavam na minha cabeça me deixaram sem paciência pra poesia, e isso é grave, principalmente porque eu sempre tive muito gosto em cultivar, divulgar e "cavucar" música, descobrir.
  
Felizmente, uma hora as coisas andam. E a prova cabal de que andam é, mais uma vez, uma coisa simples: a playlist que preparei e ouço no exato momento em que escrevo esse post! Que Coldplay, Zeca Baleiro, Queen, Leoni e os Gorillaz estejam anunciando um tempo mais leve e mais feliz. Nós merecemos!

terça-feira, 19 de março de 2013

Notas sobre hoje

1. Faz um frio delicioso;
2. Depois de muito tempo, consegui me transportar pra dentro de um livro,
ignorando tudo que acontecia ao redor;
3. A vida é bonita, mas...
4. Certas coisas deviam ser mais simples;
5. Esse texto imita o estilo de certos trechos do tal livro. Descubra-o.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Virada

2012 foi tranquilamente o ano em que mais sofri perdas. Ano complicado de gerenciar.

No entanto, ainda tenho uma família vigilante; amigos, perto e longe, que sempre dão um jeito de aparecer quando preciso e aliviar a tensão, mesmo quando sequer sabem que ela existe; lucidez pra não perder de vista que as coisas realmente importantes são aquelas que eu já sei fazer desde criança e que não devo levar tudo tão a sério por muito tempo.

Então, que venha 2013, o desafio já está aceito!

domingo, 19 de agosto de 2012

What the?!

Historicamente, eu não sou uma pessoa muito preocupada. Geralmente passo sem muito estardalhaço pelos problemas, e costumo me sentir tranquilo, mesmo quando a situação pede o contrário.

Sendo assim, é deveras estranho passar dias sentindo que está tudo errado, mesmo quando está tudo bem. Fase peculiar e nada divertida, com a qual ainda não me acostumei e nem sei se vou.

Então pergunto: isso acontece mesmo? Por causa de quê, já que ajudar não vai? Que dessas questões, pelo menos espero tirar alguma lição de toda essa "inssossidão", se me permite o neologismo.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Bom fds

Esse fim de semana trouxe algumas boas novas. A primeira, claro, a conquista de mais uma Taça Guanabara pro currículo do Fluzão. A segunda, o fim do horário de verão.

Eu na verdade nunca tive nada contra o bichinho, mas, baseado em quanto pareceu demorar pra passar o domingo de ontem e em quão bem eu acordei hoje, mesmo tendo ido dormir tarde, isso somado ao sol lindo que tava fazendo (e que me acordou, de fato), agora resolvi preferir o horário comum.

Então, bom dia comum pra vocês aí.
Abraço!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Milhas e milhas

Tempo que não fazemos isso... Hehe
O que quer que de fato encoraje duas pessoas a ficarem juntas, apesar de todas as diferenças, a se dar ao trabalho de conhecer e lidar com as excentricidades do outro, os anos têm me mostrado que essa coisa exige presença, sim, mas não necessariamente proximidade geográfica.

Isso me intriga. O fato de eu não me sentir sozinho, mesmo sabendo de todos os quilômetros, me intriga de verdade. Mas já que eu não vou encontrar mesmo explicação razoável pra isso ou estou com preguiça de elaborar uma teoria, apenas registro a felicidade de estar vivendo, hoje, num mundo desse jeito, uma história que chega a ser uma quebra de paradigma, que chega a soar absurda pra quem ouve pela primeira vez. E não é vivendo aos trancos e barrancos. Vivendo tranquilamente, aproveitando os segundos, sem pressa, em paz.

Paz.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A sorte...

... de encontrar alguém que esteja disposto a ficar do seu lado, mesmo conhecendo todas as suas excentricidades. Tem gente que diz que isso não existe mais. Felizmente, eu posso dizer que conheço alguns exemplos e, só isso, só conhecer, já é sorte o bastante.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O pão de fôrma

"Nem sempre a gente conquista o que quer, do jeito que quer". Os últimos dias me têm sido emblemáticos nesse aspecto a ponto de cá estar eu enunciando tal lugar-comum.

Já te digo o motivo (ao menos o mais divertido): fui ao supermercado hoje, comprei um pão de fôrma, daqueles bons pra misto-quente (escrevi certo isso?). Tarefa simples, até eu chegar em casa e finalmente perceber que ele estava cortado "de comprido", não do jeito mais comum. Oras, obviamente não queria isso!

Na vida toda da gente é assim: com as melhores intenções vamos fazendo escolhas, e de repente nos percebemos com não exatamente o que esperávamos, acabamos com o pão cortado "de comprido".

Felizmente, a gente ainda tem sempre uma opção depois de se dar conta do "não era bem isso": decidir se o que você tem te basta do jeito que é ou não. E seguir com o que vier da sua decisão.

O fato é que as pessoas não vão agir como queremos, não vão se importar com o que nunca se importaram por nossa causa, os planos não vão sair como sonhamos, as ruas não vão levar todas ao mesmo lugar, os ônibus vão se atrasar e os pães virão cortados "de comprido".

Você pega o que é seu e carrega, ou vai em busca das novas imperfeições que te aguardam em cada vírgula. O meu pão? Cortei ele "direito" e fiz meus sandubas...

sábado, 29 de outubro de 2011

Eu comigo mesmo

Às vezes, por mais que tenha gente contigo, você fica só. Uma solidão necessária: é aquela hora em que se senta à mesa, cara a cara consigo mesmo e tenta entender "Qual é a tua?". Então, fiz isso: coloquei num papel mental os tópicos mais importantes da minha pacata cidadania e analisei como tava cuidando de cada um deles.

Não gostei do resultado. É impressionante minha capacidade de fazer tudo virar um marasmo, mesmo as coisas que exigem correria por natureza, e depois acabar tendo que correr tudo no finalzinho. Como final sprinting não é minha especialiade, agora vou me organizar! Tá ouvindo, você aí na outra cabeceira da mesa?

É agora!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Clarice

Os cultos leitores me perdoem a desavergonhada ignorância da confissão mas, salvo textos soltos de livros de escola, eu nunca tinha lido Clarice Lispector. Até hoje. E, não por coincidência, eu há tempos não tinha comido um livro como fiz. Comi, devorei.

Sentia falta, já há muito, de alguma coisa que não sabia o quê, já que minha vida é boa. A resposta veio do ato (quase) "desplanejado" de comprar essa compilação de crônicas. O que me faltava era isso, seja lá o que for, e me sinto de uma forma estranha (apesar de já conhecida) saciado. É bom ler Clarice e sua maestria de transformar nada ou qualquer coisa num espetáculo sem sequer usar pirotecnia. Uma habilidade comum aos grandes gênios e que realmente me prende. Três frases e você já está mergulhado, e só volta à tona quando acaba.

Vou ler de novo, devagar, agora pra saborear. Afinal, não é sempre que se descobre um tesouro sem o estar procurando.

PS.: Taís, não esqueço: você que me sugeriu ler alguma coisa não-acadêmica. Obrigado de novo! :)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

IaBADAbaduuuu.... :S

Bom, prometi que contaria em breve minhas primeiras impressões sobre o meu Samsung Wave S533 e resumi-las-ei em duas sentenças:

- Não tem aplicativo que preste compatível com o SO;
- O fone de ligação deu pau do nada, sem ter caído uma vez sequer, com MENOS DE 15 DIAS de uso.

Sem mais...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Versos seus



Carregue saudade, como eu,
mas não tristeza!
Que a vida é bonita,
o dia sorri largo,
o vento acaricia
e a chuva lembra nós!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Music ♪

Então que numa noite qualquer, pensando numa certa menina, acabei achando a música que eu nem tava procurando. E aí, à exceção da ausência, tudo se fez perfeição.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Nova ondinha



Como todo bom nerd (apesar de eu não sê-lo), entrarei na ondinha de testar o novo SO'zinho pra smartphones, o bada, da Samsung. Se presta? Certamente direi um dia aqui, assim que botar as mãos nele! Hehe

É legal essa parada da ansiedade que dá quando você compra um gadget novo e tem que esperar chegar, por uns dias. Emocionante ficar imaginando os recursos, os jogos que você vai instalar... Reafirmo: eu não sou nerd! :)

Bom, ao final desse post inútil e desinteressante para a maioria de vocês, meus leitores, pessoas lúcidas e cultas, só me resta saudar-vos:

Abraço, e vamo que vamo!

domingo, 14 de agosto de 2011

Idade

A pessoa sabe que está ficando velha quando acorda, instintivamente, às seis da manhã, inclusive aos domingos e feriados...