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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Just gotta live with it

Ontem tive um dia de zumbi. Um dia bom ainda assim, mas que passei inteiro naquele estado entre o dormindo e o desperto.

A sensação teve bem a ver com o estado geral das coisas, todas meio "nem lá nem cá": fui ao trabalho, mas o pós-carnaval fez o funcionamento ser a passo de tartaruga, tinha dormido bem, porém pouco pros meus padrões e, pra coroar, passei o dia assistindo Mushishi.

Todo esse clima me fez lembrar das inúmeras vezes em que eu tive apenas que esperar as coisas mudarem por si mesmas. Tipo no fim de 2013. Foi legal, porque me dei conta de que estou bom nisso, e trata-se de uma competência fundamental pra que você não se deixe afundar em tristeza ou letargia com os desafios que simplesmente não têm solução imediata e que invariavelmente vão aparecer, porque a vida é como esses autores que não têm pena ou apenas gostam de se divertir com seus personagens.

A Oração da Serenidade, que habita aqueles pratinhos decorativos em milhares de casas por aí (lá em casa tinha um, há muitos anos) é emblemática nesse contexto:

"Concedei-me Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar; coragem para modificar aquelas que posso, e sabedoria para distinguir umas das outras.”

Amém? Hehe. :)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Requisitos mínimos

Fé cega
Pé atrás
Olho vivo
Faro fino
Tanto faz
Engenheiros do Hawaii

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

After long

Estou de volta (acho)!

Antes de mais nada, explico o motivo principal da longa ausência: baixo astral. O último trimestre de 2014 foi de uma chatice, de uma babaquice tão aguda e disseminada que eu simplesmente não quis comentar nada, pra não ser mais um babaca na multidão. Me refiro, claro, à corrida eleitoral que até hoje nos inferniza facebook afora.

Esse é um dos males da era da informação: "geral" achando que é politizado, informado, culto e formador de opinião. Meu pau de selfie.

Mas voltei a escrever porque já tô bem avançado no meu processo pessoal de desintoxicação espiritual pós-eleições, apesar de sempre aparecer ainda um outro pentelho "preocupado com o futuro do país", pedindo o impedimento da presidenta e essas coisas de criança mimada quando perde.

Voltei por isso, e porque nesse exato momento minha namorada tá aqui do meu lado procurando "Menina bonita do laço de fita" pra dar pra uma criança, o que restaura um pouco minha fé na humanidade.

Bom, era só pra reportar isso mesmo, pessoas. Nos vemos em breve. Abraço!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Tendo a sorte



http://www.deviantart.com/#/art/All-I-want-for-x-mas-is-you-157959506?hf=1
De chegar em casa cansado
e sentir paz.
De ter seu espaço,
De ter um abraço quente.
Delícia.

terça-feira, 19 de abril de 2011

É questão...

de ter com quem contar, pra quem contar, mesmo sem ter o que contar, às vezes.
É simples, apesar de não ser fácil.

"As idéias muito simples são difíceis de aceitar..."

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Hope for the future

Quer saber a história do filhote? Clique aqui

Hoje tá sendo um daqueles dias em que a gente acorda inexplicavelmente feliz. Não tem nada demais, mas parece que tá tudo certinho, no lugar.

Não sentia isso há um bom tempo, engolido pela correria de trabalho e estudo. Hoje é um dia bom.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Fala, garoto!



Interessante característica dos nossos adolescentes: eles tentam falar, eles tentam gritar, eles tentam cantar, mas só saem reticências...

domingo, 27 de março de 2011

Home alone

No momento em que escrevo, estou experimentando uma sensação que costumava me fazer companhia em grande parte das noites na minha pacata cidadezinha baiana. É um misto de solidão com paz, que acaba resultando um sentimento novo, dá uma inexplicável esperança de que tudo vai ficar bem (não que já não esteja) e que amanhã, apesar de eu saber que vou me matar de trabalhar (segunda-feira é o dia mais cruel da semana pra mim), vou conseguir fazer tudo sem muito estresse.

Fazia um tempo bom que não sentia isso, nem lembrava mais como era e, sem saber, estava com saudade. Interessante que existem essas pequenas coisas que nos fazem diferentes de um jeito sutil, tanto que nem nos damos ao trabalho de perceber...

sábado, 19 de março de 2011

Devaneios...

Tenho poucas certezas na vida. E quando a questão é o que pensam sobre mim, tenho nenhuma. Na maior parte dos casos, isso também não faz diferença. Mas um pequeno e seleto grupo goza da particularidade de ser importante, e é aí que está.

Quando não consigo entender qual é a lógica sob a qual funciona a singela mente de uma dessas pessoas importantes, fico bastante intrigado e desapontado com minha pretensa capacidade de observação. Enxergar nas entrelinhas do comportamento de alguém costuma ser uma tarefa não muito penosa pra minha sagacidade, mas tem gente que complica tudo!

Principalmente as mulheres. Os homens são em geral fáceis e previsíveis. Um homem só quer crescer, se desenvolver, reproduzir, jogar bola e videogame, envelhecer e morrer... É simples. Homens, por mais que sacaneiem, não tem definitivamente vocação pra complicar as coisas. Se uma mulher cai "na lábia" de um homem, é simplesmente pelo fato de que ela quer se deixar enrolar (não me pergunte os motivos que levam alguém a querer se deixar enrolar, eu não sou mulher pra saber!).

Mas o outro lado não. A mulher tem o dom de complicar as coisas. Ela te diz: "amor, tô morrendo de saudade" e depois resolve simplesmente não atender suas ligações (se isso faz sentido pra você, me explica aí, por favor...). Sonha a vida inteira com o príncipe encantado (quer dizer, a maioria, pelo menos, porque, como não poderia deixar de ser - dada sua complexidade -, boa parte já arranjou sonhos "maiores" que o tradicional conto de fadas, mas enfim...) apenas pra, quando aparecer esse cara disposto a ser cuidadoso, gentil, fiel, sei-quê-lá, sei-quê-lá... ela ter a oportunidade de meter uma rasteira no cavalo do indivíduo e deixá-lo com cara de pastel, estatelado no chão.

Falando sério agora. Claro que generalizei e fiz uma caricatura da situação nos parágrafos acima, mas foi de propósito. Estava precisando traduzir de alguma maneira o modo como me senti diante de uma coisa que aconteceu ontem (e é pra isso que serve um blog, não?). Mas, assim é a vida: com tanta coisa pra fazer, tanta gente e tantos lugares, tá cada vez mais difícil (ter tempo de tentar) entender as pessoas, cada vez mais difícil se comprometer, se dar ao trabalho de promover alguém ao posto de "companheiro(a)". E eu sei que isso tem nada (ou muito pouco) a ver com ser homem ou mulher. Amar é, cada vez mais, uma arte.

sexta-feira, 11 de março de 2011

A distância...



... torna tudo mais complicado. É preciso ter paciência, é preciso ser sábio, é preciso confiar e dar um jeito de estar presente. É viver um dia por vez. É difícil!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Nossa juventude. Nossa, juventude!?

Eis que me deparo com a seguinte promoção (mais campanha, na verdade...) no Orkut: "Queremos BBB (adolescente)" (!!!).

Nessas horas é que tenho sérias dúvidas quanto ao futuro da nação... ¬¬

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Equilíbrio

Indispensável e extremamente difícil perceber onde está a tênue linha entre querer bem e querer demais, entre esperar algo e exigir demais, fazer bem e fazer demais...
Estranhíssimo de repente ter alguém e se sentir só...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

É a vida...

"(...) estes são os meus princípios. Se você não gostar, eu tenho outros."


 Trecho do "Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil", Fernando Narloch. Frase de Grouxo Marx.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

"I love you"

É tão fácil dizer "eu te amo" hoje em dia... Muito legal, isso. Todo mundo se ama, e rápido. Tão bonito... Deve ser por isso que não existe mais falsidade, traição, briga, violência...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A saudade e os novos tempos

Houve um bom período - quase metade - do ano passado em que saudade (e suas inevitáveis consequências) era praticamente tudo que conseguia sentir. Foi um ano meio surreal e em metade dele eu simplesmente cumpri tarefas que me preencheram os dias e tentei digerir todas as novas informações, lugares, pessoas, fatos... A segunda metade de 2010 eu simplesmente esperei passar. A ideia era que, chegando as férias, eu voltaria a ter uma dose da minha "velha vida" e, portanto, conseguiria ficar calmo o bastante pra me acostumar a tudo, me localizar.

E assim foi, graças a Deus. Foram apenas onze dias, tudo passou muito rápido também, mas me pareceu que eles duraram mais do que os seis meses que os antecederam. Nesses onze dias eu voltei a viver, ao invés de apenas me assistir jogando o jogo da vida. Minha cidade, minha família, meus amigos e minha menina me ofereceram tudo e curaram da sensação de estar simplesmente correndo sem freio...

Estive me perguntando se ia me acostumar aqui, se minha vida era aqui, com essas novas pessoas que tenho conhecido, ou se era lá. Agora me parece que a pergunta não faz mais muito sentido. Minha vida está aqui e está lá.

Vinha me sentindo também meio, digamos... imprestável, vá lá. Sempre trabalhei ou estudei, mas não me sentia crescendo, produzindo. Agora estou estudando, tentando o direito de estudar ainda mais, e me sinto fazendo algo útil e até durmo mais tranquilo.

Está voltando uma sensação de paz comigo mesmo. Tudo vai bem.

PS.: Questão filosófica: "consequências inevitáveis" é pleonasmo? Se x é um fato e y é sua consequência, dado x, y fatalmente acontece? Ou há casos em que dado o fato x, pode-se planejar para que y não ocorra (ou seja, evitar as consequências, tornando o meu "inevitáveis" da expressão necessário apesar de estranho)? Será que eu tô estudando matemática demais? Enfim...

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Da suavidade

Minha virada de ano não teve shows, mas teve o toque de uma menina que conseguiu amarrar o caos de acontecimentos de 2010, assentar e dar algum sentido a tudo o que houve tão rápido.

Não teve pirotecnia, mas tinha um brilho no olhar que me fez, depois de muito tempo, descansar. E voltar a escrever.

Teve um sorriso doce, fácil, ainda que sutil. Um do jeitinho que eu nunca tinha imaginado e perfeito só por isso.

Meu réveillon saiu completamente diferente do que eu tinha planejado, graças a Deus.

Bem vindo, 2011. Carrega com você essa paz do começo.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A questão...

... não é querer que seja para sempre, é fazer durar até amanhã.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Em branco...

imagem por ~xfact em deviantart.com


O vento saiu de folga.
Não tenho tempo a perder, mas estou aqui parado, e continuo.
Escrevo nem sei como...
O belo na vida está nas contradições.
Como nessa estranha sensação de nada.
Que o vento me traga de volta...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Música

Não aconteceu nada de extraoridnário, nada de empolgante, nada de ruim, nada! E mesmo assim você acorda estranhamente feliz, sente o vento depois de um tempo bancando o ectoplasma. Por quê? Simples: música.

Não creio que haja algo tão universal e poderoso, capaz de tranquilizar e empolgar. Não precisa ter sequer letra (a minha Bahia que o diga, hehe). A capacidade de fazer música é um dos presentes mais belos que já recebemos dos céus.

Eu sei que não tô falando nada que você já não tenha ouvido/percebido, mas é que uma música me inspirou a escrever. :)