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sábado, 27 de setembro de 2014

Aleluias!

Nelson Rodrigues, o desbocado padroeiro do futebol e do Fluzão, hoje aprontou das suas: desde o além, providenciou uma epifania coletiva e todo mundo que entrou em campo foi capaz de acessar aquela zona esquecida lá no fundo de seus cérebros: relembraram como se joga futebol!

E como lembraram! Fluminense e São Paulo hoje me fizeram sentir como quando ouço os mais velhos contando sobre os jogos das eras douradas de seus times ou quando assisto àquelas reportagens legais estilo "Baú do Esporte": fizeram um jogo fluido, onde todo mundo conhecia exatamente as maneiras da brincadeira, onde todos pareciam acreditar que a bola tem sim que rolar num jogo de futebol, por mais que a regra do momento seja a ditadura da velocidade e do vigor, apenas.

Dirão por aí que o primeiro tempo foi meio morno, concentrado na intermediária, nenhum goleiro tendo muito trabalho. E é verdade, vá lá. No entanto, não vimos faltas feias, não vimos (não-)matadas de bola bisonhas; até as figurinhas conhecidas pela falta de habilidade, como nosso veloz e dedicado porém completamente quadrado zagueiro Elivélton, resolveram fazer o básico pra não fazer feio, acho que influenciados pelo reinante zelo com a redondinha.

No segundo tempo, o rápido gol do Fred (aqui, pausa pra piada infame: consegui usar as palavras "rápido" e "Fred" numa mesma frase! Rá! Lide com isso!), numa jogada muito bem feita, acrescentou o único ingrediente que faltava ao jogo: a vontade séria de vencer. Até então, os dois times se respeitavam demais, até porque os dois jogavam demais, era jogo de time grande. Daí pra frente, começaram a não apenas jogar, mas jogar pra ganhar. Pensei que ficaria ruim pro Flu, que se acostumou nesse campeonato a fazer o primeiro gol e se entregar a uma pasmaceira abominável, que quase sempre acabou levando a um resultado pior do que queríamos, mas me enganei. Era a noite do estranho, e, mesmo tendo sofrido logo o empate, o Flu continuou muito bem, lúcido; o jogo continuou muito bom, e empolgante, e de qualidade.

Foi então que deixaram o nosso 9 fazer o pivô. Aviso aos zagueiros do mundo: não se deixa um centro-avante de qualidade fazer o trabalho de pivô, caras! Mesmo nessa época de caça aos noves tradicionais, mesmo nessa época babaca de que todo mundo tem que ser veloz e em que "falso 9" soa quase como um mandamento bíblico, não se deixa um 9 matar de costas pro gol, girar e achar alguém mais bem posicionado. Tsc, tsc. Erro fatal da zaga paulista, Fred achou Wagner na esquerda, que cortou pro pé fraco e soltou um tiro como manda o almanaque: fora de alcance pro Ceni. Belo gol, bela jogada, futebol em estado puro.

E como era a noite do estranho, teve gol de falta pro Flu. Nem lembro quando foi a última vez que vi alguém do Flu fazendo um gol de falta de cobrança direta pro gol. Mas o importante é que dessa vez o Conca fez, e que golaço! Daqueles em que o goleiro só consegue ficar parado e rezar. Mas nesse caso, rezar não adiantaria pro Ceni: São Nelson estava do nosso lado, e deve ter sussurrado ao pé do ouvido do Conquinha: "Na gaveta, moleque!", como em certo comercial de TV.

Admito, leitor! Pode ser que eu esteja tão encantado assim com o jogo porque ainda estou inebriado com o clima, talvez eu o esteja adjetivando com muito mais generosidade do que qualquer outro ser humano faria, mas, aqui pra nós, o que é escrever sobre futebol sem poder se inflamar? O que é futebol sem uma dose de paixão? E ainda digo mais: já havia decidido fazer esse texto quando o jogo ainda estava 1 a 1. Então, talvez seja paixão, sim, mas não pelo resultado. Pelo futebol. Três pontos pra ele.

PS: muito bom o time do São Paulo. Qualquer resultado hoje seria justo e não seria demérito do lado perdedor, como de fato não foi. E vale o adendo: Ganso, que eu via como eterna promessa, parece ter voltado a jogar bola, mas mais do que isso, parece ter encontrado graça no jogo. Não tem mais aquela atitude de "ah, eu sou f*** nisso aqui, mas f***-se", não é mais aquela menina bonita que sabe que é bonita e que a vida vai ser mais fácil por causa disso. O Ganso me parece ser agora aquela menina que sabe que é bonita e, indiferente a isso, quer cursar engenharia.

PSS: Torço que essa partida não tenha sido mesmo apenas um caso de epifania coletiva, que todo mundo comece a jogar bola como se deve jogar bola, como se tivessem algum interesse no jogo além do financeiro e usando todo o conhecimento de causa que hoje mostraram que têm. Oremos!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Brasil fazendo brasilzice.

O jogo de abertura da Copa teve a cara do país.

Primeiro, o Neymar mostrando que, às vezes, é uma questão de jeito, e não de força. Depois, o Fred encarnando o "São Migué" e fazendo uma encenação que valeria um papel de destaque em qualquer pastelão mexicano, mas de novo, sendo tipicamente brasileiro: se a coisa tá feia, damos um jeito, mesmo que não seja o mais bonito (tanto do ponto de vista estético quanto do moral). No terceiro, o Oscar, que aliás acabou com o jogo ontem, usou muito talento, muita raça e o improviso (uma bicuda estilo Ronaldo Fenômeno contra a Turquia em 2002) pra fechar a conta.

Quanto ao gol contra do Marcelo? Esse representou a inclassíficável cerimônia de abertura que vimos horas antes do jogo: uma coisa tão tosca que só pode ter sido feita sem querer.

PS.: Salvou-se o pontapé inicial, que divulgou o trabalho do Miguel Nicolelis, cuja competência a gente que tem um pouquinho de curiosidade sobre ciência nesse país conhece já de outros verões. Que ele continue trabalhando e inspire o resto do país. Ainda existe seriedade nessa nossa gente.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Predestinados


As estrelas são Deco e Fred. O cara dos contra-ataques é o garoto Nem. O jogo era um difícil Flu x Bahia, lá em Salvador, com o Bahia fazendo campanha espetacular no segundo turno.

Com bola rolando, os donos da casa pressionavam muito, Fred desconhecia aquele objeto redondo que por vezes batia nele e Deco errava tudo que tentava. Wellington Nem corria, corria, e nada. Jogo difícil, na casa do adversário, com os craques em noites desastrosas: lascou-se tudo, correto?

Não aqui! Não com o Fluminense! Não com o Time de Guerreiros!

Num momento de inspiração divina, uma epifania, Bruno, o "possante" lateral-direito que se mantém no time titular aos trancos e barrancos simplesmente destrói a zaga baiana: chapéu na matada no primeiro, drible da vaca dentro da área no outro, bola entre as pernas do goleiro, uma pintura que é nada menos que o primeiro gol dele no ano, a primeira como jogador nosso! Inacreditável, surpreendente, lindo, mas principalmente: Fluminense.

Não tem tempo ruim pro Flu esse ano. Jogue Fred ou não, jogue Deco ou não, entre em campo quem entrar, contra quem for, nós entramos pra suar sangue e vencer. Nem sempre dá, mas sempre dá gosto ver o Flu 2012.

No campeonato, nada decidido ainda, e isso de gritar "é campeão" antes da hora de nada adianta, a não ser pra agourar. Mas a confiança é grande, porque a vontade, a seriedade, a qualidade e a entrega do time estão todas sobrando.

Pra cima, Fluzão!

PS: Para registro, o jogo terminou 2 x 0 pro Flu, o segundo de Sóbis.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Schevgol!


Uma das mais interessantes características do futebol é que ele cria ídolos e momentos épicos, dignos de cinema, com a vantagem de não terem sido escritos, planejados. O Ucrânia x Suécia de hoje foi um belo exemplo: Suécia entra em campo tida como favorita, embalada por um dos melhores centroavantes do mundo, enquanto a Ucrânia, ainda que jogando em casa, apostava apenas na estrela de um quase ex-jogador com muito nome: Schevchenko. Mas foi o bastante.

O roteiro não poderia ser melhor (pelo menos pra quem não torcia pra Suécia :)): os suecos abrem o placar, após terem sido efetivamente melhores que os donos da casa durante todo o jogo até ali. Daí em diante, tendo que prestar satisfações à sua massa, a Ucrânia decide partir pra cima e fazer o óbvio: dar a bola no Schevchenko. Foram duas cabeçadas, dois gols, e o homem mostrou pro mundo que ainda joga bola, ainda incomoda, e que "craque é craque e vice-versa".

Um brinde ao futebol, que é um troço bonito demais!

domingo, 6 de novembro de 2011

Só o Fluzão...

... pra me inspirar a escrever de novo! Porque, que jogo esse de hoje! Não é qualquer jogo, uma vitória sobre o Inter em pleno Beira Rio, numa situação de disputa direta por vaga na Libertadores (no mínimo)!
Esse time quer! E quando o Fluzão quer, amigo...

O show tá começando!

Vamo que vamo, meu time!

domingo, 31 de julho de 2011

Terapia

Como eu já disse mais de uma vez por essas redes sociais da vida, ver gol do Flu é terapêutico! Hoje, então, foi um tratamento completo!



sábado, 28 de maio de 2011

A final

Essa final da Champions foi tudo que se esperava dela: um jogo memorável. Se você perdeu (ou, como eu, gosta de rever 1000 vezes os lances bonitos), curta aí os highlights:



quarta-feira, 23 de março de 2011

Melhor que a encomenda!

Vou começar me retratando. No último post teci "elogios" nada cavalheirísticos (se é que isso existe) ao presidente do Flu, os quais faço questão de retirar agora. O cara tem visão. Fez uma oferta de contrato de três meses ao técnico sem nome (e, portanto, não muito caro) pra esperar o técnico de verdade, no caso o Abelão, voltar das Arábias. Seria uma jogada arriscada, mas que eu (e muito mais gente) apoiaria, principalmente dadas as opções que temos de técnico no mercado agora e, mais que isso, a empolgação que o Abel demonstrou em voltar a trabalhar nas Laranjeiras.

E, aquelas coisas, futebol é lindo porque de um dia pro outro as coisas mudam radicalmente! O carinha recusou o convite do Flu, o Enderson  - novo interino-permanente (seja lá o que isso signifique) - fez as alterações óbvias no time, e mostrou uma qualidade que o pretenso know-it-all do futebol, o ex-celentíssimo (gostou do trocadilho? hehe) Muricy não tem: coragem de botar o time pra frente quando precisa ganhar.

Todo ser humano com 256 MB de disco rígido encefálico percebeu que o time, hoje, finalmente estreou no ano. Não que tenha jogado um futebol lindo, que desse gosto de ver, mas mostrou uma vontade inédita em 2011 (alguns, vontade até demais, como o Digão e o Berna, que se atrapalharam mutuamente mais de uma vez), mordeu o tempo todo, teve gana, acreditou nas jogadas. Até o Julio Cesar, que já nasceu em ponto morto, brigou por alguns lances. O Time de Guerreiros mostrou novamente as caras.

Foi muita coisa pra perceber, esse jogo contra o América foi cheio de detalhes interessantes. Como o Fred que, após o segundo gol deles, ficou claramente abatido, nem comemorou direito o segundo nosso e (ao menos paraceu que) foi às lágrimas no terceiro nosso. E o Deco? Caraca, o Deco finalmente disse a que veio! Jogou o que sabe, deu o segundo gol de presente pro Araújo e fez o seu, decisivo, num lance que, se tivesse sido coreografado, não teria saído tão peculiar. A cabeçada do Fred era pro Deco, mas saiu completamente torta e o zagueiro do América, como que numa reverência ao nosso esforço, fez questão de ajeitar a rota. Merecido! Merecido pelo que foi o Fluminense no jogo, pelo que fez o nosso presidente hoje mais cedo no programa do SporTV, esculachando com toda elegância o Fanfarrão Ramalho (pediu pra sair, não é caveira!), defendendo a instituição, rindo na/da cara da FraPress enquanto o Abelão, lá do Sei-quê-lá-quistão mostrava pro Brasil o que significa mesmo ser tricolor.

Tem mais ainda! O destino ainda tratou de achar um substituto à altura do até agora inispensável Mariano na lateral direita, o Souza, de dar ao Conca um companheiro tão qualificado quanto na criação, o Deco, e de dar uma moralzinha pro hoje esforçadíssimo Araújo. Quase todo mundo que chegou resolveu estrear hoje! O He-Man não apareceu, mas tá com crédito e o Edinho... bom, deixa pra lá...

O fato é que o gigante despertou, o Time de Guerreiros tá de volta e esperamos que continue por aí. Pro bem dessa arte que se chama futebol.

PS.: O Fluminense definitivamente adora flertar com o perigo. Nada é fácil, e, por isso mesmo, tudo é emocionante.

PS. 2: O Gum é o próprio espírito do Time de Guerreiros. Valente, tá sempre lá quando a coisa fica realmente feia. Um herói.

PS. 3:Domingo, se o time entrar mordido como entrou hoje, promessa de um grande jogo contra o Vasco, que tá em meio a um de seus acessos de time grande. Vamo que vamo! Agora que tá ficando bom!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Só pode ser brincadeira...

O Vasco tem uma peculiaridade interessante: às vezes se finge de time grande. Como fez ontem, contra o Botafogo. O meu Flu, por outro lado, tem uma peculiaridade irritante: volta e meia se faz de time pequeno. Como agora, anunciando a contratação do incógnito Gilson Kleina. Não conhece? Também não sabia da existência desse indivíduo até uns poucos minutos atrás, e adoraria ter continuado ignorante.

Eu realmente não sei o que se passa na cabeça do filho da p.... presidente de um time grande pra, após a demissão do técnico que ganhou 4 dos últimos cinco campeonatos brasileiros, contratar o "renomado" Zé Ninguém, que estava trabalhando na "poderosa" Ponte Preta. Tá de palhaçada comigo! Deixa o cara quieto lá no timeco dele! Pelo menos não expõe a instituição Fluminense a um ridículo desses.

O grande problema do Flu, aliás, é esse: é grande demais, e sempre adminstrado por gente de mente pequena demais. Mas brincadeira tem hora, e definitivamente, não era agora!

Só me resta torcer pra que eu queime a língua e esse cara seja o novo José Mourinho tupiniquim encubado... Queiram os céus que dê certo!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Isso é incrível!

Prepare-se para cenas REAIS (acredite ou não) e chocantes!

domingo, 23 de janeiro de 2011

domingo, 5 de dezembro de 2010

TRI!

Eu podia escrever um monte, há muito o que dizer sobre esse título do Flu! Mas no fim das contas, é simples. É como diz nosso hino: "O Fluminense me domina!"

Parabéns a essa que é, sem dúvida, a torcida mais linda do mundo!

sábado, 4 de dezembro de 2010

É amanhã!

O dia mais importante da história mundial nos últimos 26 anos! O dia em que o Flu pode, deve e vai, se Deus permitir, conquistar mais um título brasileiro! É amanhã! O Dia!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Faltou jogar bola...

O Flu entrou em campo domingo com muita vontade. O time todo deu sangue, não dá pra se queixar de falta de garra. O que faltou foi só um pequeno detalhe: jogar bola. O time já entrou em campo em clima de tudo ou nada e se mostrou estabanado do começo ao fim... Queria ganhar de qualquer jeito! Mas era pra ganhar do jeito certo. Faltou cadenciar o jogo, rodar a bola, tentar abrir a defesa. O Mariano tentou umas, assim como o Carlinhos pela esquerda, mas, pra um time que quer ser campeão brasileiro, ficar 45 minutos fazendo apenas chuveirinho, é muito pouco. Não dá. Todos nós já vimos nesse brasileirão um Flu com repertório muito maior de jogadas, até mesmo contra o próprio Goiás no primeiro turno.

Mas, não há de ser nada demais esse revés. Próxima rodada tem o Vitória de faca nos dentes contra o Timim, no Barradão, pra escapar do rebaixameno (principalmente agora que o Bahia vai subir!). Basta a gente fazer a nossa parte, porque Vitória e o Goiás vão fazer jogar a vida contra o Corinthian.

Aliás, fazer a nossa e torcer pros juízes terem um ataque de honestidade... Mas, enfim. Vai dar tudo certo, se a gente fizer o nosso. Vamo que vamo!

PS.: O Marquinho, quem diria, vai fazer falta...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Já dá pra sentir o gosto

O último brasileirão que o Flu conquistou foi o de 1984, dois anos antes de eu nascer. Eu nunca vi meu amado time campeão brasileiro. E isso, durante esses últimos 20 e poucos anos, nunca esteve tão perto, tão plausível. Quando olho a tabela do campeonato hoje e lembro que só faltam 4 jogos, dá um frio na barriga e é complicado conter a empolgação, e a ansiedade. Agora, que está mais perto do que nunca, me parece também mais difícil. Do jeito que tá tudo embolado, qualquer detalhe pode mandar a vaquinha de qualquer um dos três na disputa pro seu respectivo brejinho. E o Flu, achando pouco, adora dar uns sustos e não matar de vez as partidas. Graças a Deus, não pude assistir ao jogo contra o Vasco (só acompanhei pela net msm, aí o sofrimento não é tão grande; o que os olhos não veem...), mas foi teste pra cardíaco. E vai ser assim nas próximas quatro rodadas. Agora, é guerra. Por sorte, o Flu é o "time de Guerreiros". Quanto mais difícil, mais gostoso vai ser.

Hora do Muricy lançar o Erro Zero (só tomar cuidado pro Lula não copiar... hehe)

Como diria o Don Benedito, "tricolores de todas as classes, raças e credos", hora de respirar fundo e partir pra batalha. É agora.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Mistérios da humaninade

Tem uma coisa que eu nunca entendi no Flu: Porque é que Deco e Conca pode, mas Equi e Conca não? Vamo ter que aturar o Marquinho de titular amanhã... É dose...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Uma saga

Começa amanhã a mais charmosa das competições futebolísticas: UEFA Champions League. Não é a mais importante, mas é a mais "bem tratada" das disputas entre clubes. O jeito como é apresentada ao público torna cada partida uma verdadeira batalha - com a vantagem de, geralmente, devido às características do futebol da europa, o jogo ser disputado com lealdade - e valoriza os vencedores.

A Champions é um belo exemplo de como vender uma marca e mobilizar milhões de pessoas (e bilhões de euros, claro!) em torno dela.

Dizem que "a Champions League é a Libertadores da Europa", mas o fato é que a disputa entre clubes mais importante do nosso continente não faz frente, em termos de visibilidade, dinheiro, organização, planejamento e propaganda,  à da UEFA.

Talvez um dia a gente consiga que, pelo menos, a Libertadores seja a Champions da América.

Enquanto isso, vamos ocupar nossos lugares no sofá e apreciar, que já vai começar a musiquinha: "These are the Champions..."

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Amor em três cores

Acham que estou brincando quando falo de futebol, e do Flu. Ainda que brinque, sempre tem um fundo de seriedade. Ser Fluminense não é apenas ser torcedor, apaixonado, gostar de futebol. Ser Fluminense é escolher um estilo e uma filosofia de vida.

Envergar o manto sagrado tricolor não é dizer apenas "eu torço pra este time", é afirmar seu prezo pela boa educação, pela gentileza, por um jeito pacífico de ser. Pacífico e "guerreiro" ao mesmo tempo, sem gerar contradição com isso, essa é a sutil marca dos torcedores dessa nação.

Ser tricolor significa saber vencer sofrido e perder com honra. E é ter orgulho de pertencer à mais bonita torcida do mundo - e falo isso sem "puxar a sardinha", o passado recente prova isso e qualquer um com um mínimo de curiosidade pode comprovar.

Por isso tudo eu tenho orgulho de ser Fluminense. Em qualquer situação. Ser Fluminense não é mera escolha, é privilégio.

domingo, 11 de julho de 2010

Eu avisei!

Alguns dias antes de começar a Copa, eu falei: a Espanha foi o único país a realmente levar o que tinha de melhor (entre os que tinham alguma coisa que realmente prestasse na categoria "os melhores", claro). Não à toa, foram campeões.

Meus parabéns aos espanhóis, que conquistaram um título merecido.

E quanto à Holanda, deve ser uma filial do Vasco... Vai gostar de ser vice assim lá em São Januário...

Hehehe